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As jazidas s�o encontradas, portanto, em terras vulc�nicas, no entanto a maioria delas est� localizada em dep�sitos aluvionais, formados pelas correntezas de rios. Em m�dia 250 toneladas de min�rio s�o extra�das para que se obtenha 1 quilate de diamante lapidado. Seu sistema de cristaliza��o pode ser monocl�nico ou c�bico, de simetria normal. Os cristais exibem faces curvas ou estriadas e com depress�es triangulares sobre as faces. A clivagem � octa�drica perfeita e fratura conc�ide. Sua dureza na escala de Mohs � 10. ? a subst�ncia mais dura que se conhece. A outra �nica subst�ncia conhecida de igual dureza � o nitreto de boro (borazon) obtido artificialmente. O peso espec�fico do diamante varia de 3,516 a 3,525. Pode apresentar uma variedade de cores partindo do incolor, amarelo, vermelho, alaranjado, verde, azul, castanho e preto. Seu �ndice de refra��o � 2,4195. Se for submetido a altas temperaturas em presen�a de oxig�nio, ser� convertido em CO2. Sem o contato com oxig�nio transforma-se em grafita, a 1900�C. Dizem os especialistas que n�o existem dois diamantes iguais. Cada um � �nico e exclusivo, com suas caracter�sticas pr�prias. T�m-se not�cia do surgimento dos primeiros diamantes por volta de 800 a C., na ?ndia. Um diamante passa por diversos processos at� chegar � forma na qual costumamos v�-los em j�ias. ? preciso lapid�-lo para que adquira o brilho intenso t�o caracter�stico. Foram os hindus quem descobriram que somente um diamante poderia cortar o outro. No entanto, esse povo apenas acentuava algumas "falhas" naturais da gema bruta, por receio na redu��o de peso. Mas um diamante s� estar� devidamente aproveitado em seu brilho quando totalmente lapidado. Com a lapida��o a gema perde uma boa parte de seu peso, isso � inevit�vel para que se melhore seu efeito �tico, seu brilho e sua capacidade de decompor a luz branca nas cores do arco-�ris. O mais belo corte (lapida��o) para o diamante � o chamado brilhante, criado pelo joalheiro veneziano Peruzz, no final do s�culo XVII. Essa lapida��o tem a forma redonda e comp�-se de 58 facetas. Cada faceta � sim�trica e disposta num �ngulo que n�o pode variar mais de meio grau. As pessoas costumam errar ao dizer que querem comprar uma pe�a com brilhantes. A gema � diamante, brilhante � apenas o nome da lapida��o. O diamante pode ser lapidado em diversas outras formas e lapida��es e ent�o n�o ser� mais "brilhante". Para ser lapidado um diamante deve ser primeiramente entregue a um especialista que examinar� cuidadosamente a pedra buscando o melhor aproveitamento poss�vel conjugado � valoriza��o da pedra sob todos os aspectos.
Depois dessa fase o diamante segue para as m�os de outros profissionais, aquele que d� o formato b�sico da pedra, e os abrilhantadores que definem as facetas da pedra. Em geral esse servi�o � especializado, h� aqueles que fazem as facetas da parte de cima e a mesa; h� os que fazem a parte de baixo (pavilh�o) e h� os profissionais que fazem a cintura da pedra.
Quando a lapida��o come�ou a ser desenvolvida, alguns lapid�rios acreditavam que o maior n�mero de facetas daria maior brilho � gema, esse pensamento n�o � correto. A lapida��o brilhante � a que explora ao m�ximo a capacidade de brilho e dispers�o de luz (arco-�ris) nessa gema. Podem ser lapidados em outras formas como gota, navete, baguete, cora��o, etc. Hoje em dia encontramos diferentes lapida��es, gra�as ao surgimento do laser, s�o cabe�as de cavalo, estrelas, luas, entre outros.
Na pr�xima edi��o estaremos falando sobre essas caracter�sticas com maiores detalhes e informa��es, nesta mesma p�gina. N�o deixe de conferir! M�rcia Pompei |