Diamantes de Laboratório

Nem todos sabem, mas eles começam a invadir o mercado joalheiro trazendo inúmeras vantagens.

A tecnologia existe desde os anos 50 mas, nessa época, a qualidade era desanimadora.

Ainda sofrem discriminação e “torcidas de nariz” mas, ao que parece, em breve serão estrelas ilustres em nossa área.

Mesmo ourives mais antigos que conhecem gemas mais profundamente não conseguem perceber a diferença.

É fácil distinguir um diamante natural de uma zircônia, mas de um diamante de laboratório! Não é pra qualquer um!!!

As gemas nascidas em laboratório costumam ter um número de série, visto apenas em microscópio.

A famosa Tiffany and Co. comenta abertamente que não usará diamantes de laboratório em suas peças.

A De Beers, controladora da oferta mundial de diamantes há anos, tem sentido essa pressão e tomado algumas inciativas como o empréstimo de equipamentos a importantes laboratórios para que se consiga distinguir facilmente os dois tipos de diamantes. A empresa acredita que os diamantes de laboratório não podem ser classificados como diamantes, mas sim como um produto sintético, artificial.

O fato é que essa gema tem sofrido com alguns fatos que a envolvem e que estão sendo expostos ao mundo, podemos citar aqui o filme “Diamantes de Sangue”.

Os diamantes de laboratório alcançam ou superam a qualidade dos naturais, têm preço mais acessível ao consumidor que vê a gema como a concretização de um sonho ou a comemoração de um evento marcante em sua vida.

São poucas, ainda, as empresas que atuam nesse segmento, produzindo essas gemas em laboratório, mas esse número deve crescer.

Em janeiro de 2007 a GIA (Instituto Gemológico da América) começou a prestar o serviço de classificação dessas gemas (que até então era recusado).

Ao que nos parece o diamante vai seguir o mesmo caminho da pérola. Hoje 95% do comércio mundial de pérolas se dá com as cultivadas (consideradas pérolas legítimas, porém tendo a produção auxiliada pelas mãos do homem).

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