“Cangaço” nordestino provocou fortes emoções

Esse movimento que interferiu na vida de sete estados do Nordeste durou cerca de 40 anos e teve fim por volta de 1940.

Virgolino Ferreira da Silva, popularmente conhecido como “Lampião” é um ícone forte da região, senão do Brasil. Ele não foi o criador do movimento, mas deu força ao mesmo.

Historiadores ainda estudam o movimento e a vida de seus integrantes. Sabe-se que os cangaceiros (como eram chamados) ditavam moda, eram tidos como ídolos, heróis, a ponto de conquistar as mulheres que eram capazes de fugir de casa para tentar o casamento com um deles. Esse foi o caso de Maria Bonita. Tendo conhecido Lampião na casa de sua família separou-se de seu primeiro marido e seguiu com o grupo pela caatinga.

O sonho feminino da época era a união com um cangaceiro (tidos como os homens mais bonitos). Eles usavam muitas joias em ouro, tinham dinheiro.

A denominação (cangaceiro) veio do fato de carregarem consigo inúmeros apetrechos dependurados no corpo. Muitos deles adornados com metais brilhantes.

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